BANDA NOVA IORQUE

Fernando Prado | Redação Cult

“A EVOLUÇÃO DA BANDA É PERCEPTÍVEL, NÃO

HÁ COMO FICAR ESTACIONADA NO PASSADO”

Não são 20 dias, são 20 anos de banda! Uma história conquistada com muita luta e garra, suor, voz e energia positiva. Falei com a Banda Nova Iorque no camarim, saindo de mais uma super apresentação.

Como é finalizar uma apresentação como a de hoje?

Gratidão acima de tudo, ver todos cantando junto com a gente é a melhor sensação de dever cumprido, porque nós nunca nos esquecemos que trabalhamos com os sonhos das pessoas. Então, ter o carinho ao final do show, chegamos até a esquecer que estamos há 3, 4 horas cantando.

Agradar gregos e troianos é possível?

É difícil agradar a todos, mas essa preocupação está sempre em nossa cabeça quando vamos montar o repertório para o show. É importante o público saber que vamos chegar a tocar todos os ritmos que eles querem, é só necessário um pouquinho de paciência que com certeza tocaremos um pouquinho do sertanejo, do funk, do rock e por aí vai. E é interessante perceber, acontece pela nossa forma divertida de trabalhar.

Durante o show, são muitas trocas de figurino, nos conte sobre o backstage da Nova Iorque.

É uma loucura, sem dúvidas. Trombando nos corredores, um ajudando o outro e ainda tem a questão que nosso maestro no palco pode alterar a ordem dos blocos durante o show, então às vezes estamos com tudo pronto e ele troca e temos pouco tempo para ajustar.

Do mais antigo ao mais novo na banda, o que mudou neste tempo em que estão no palco?

Mudou tudo, música, forma de se divertir. A evolução da banda é perceptível, não há como ficar estacionada no passado. E o bacana é que quem entra no time é muito bem recebido por todos, mesmo os profissionais de longa, de grande experiência, recebem e auxiliam os “novatos”. Isso faz parte do DNA da NY.

Para fechar, como vocês se preparam para o fim de semana intenso de shows?

O cuidado com o corpo é fundamental, alguns malham mais, outros menos, mas todos sabemos que o palco exige um corpo preparado, uma voz que cumpra seu papel. Mas em geral o corpo se acostuma com a dança, isso já faz parte de todos nós. Ninguém é sedentário na banda, não tem como cantar e dançar, sem preparação. E, afinal de contas, fazemos o que amamos!

 

Fernando Prado é comunicador multimídia, apresentador de TV, Rádio

e Eventos. Em seu site fala de comunicação, criatividade e agenda cultural.

www.fernandoprado.com

 

 

 

 

 

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