ACIUB MULHER

 Joana Araújo | GA Comunicação

O QUE EMPODERAMENTO FEMININO TEM

A VER COM INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA?

Muito se fala sobre empoderamento feminino, com debates ricos, mostrando como as mulheres podem se apoiar, lutar e conquistar sua independência. Numa sociedade em que ainda persistem desigualdades entre homens e mulheres – especialmente quando se trata de renda -, a educação financeira é uma arma importante para a independência e empoderamento da mulher. O poder de escolha é o maior aliado das mulheres que decidem tomar as rédeas de suas vidas. Recentemente, em um encontro de comemoração ao Dia da Mulher, a presidente do Conselho da Mulher, Aciub Mulher, Tomaídes Rosa, destacou a necessidade das mulheres se preocuparem com a vida financeira. “Empoderamento feminino sem independência financeira não existe. A mulher que controla suas finanças tem poder de escolha e de decisão de sua vida. Sem recursos, a mulher vai sempre depender de alguém. Infelizmente, muitas mulheres ainda permanecem em relacionamentos extremamente abusivos, por dependerem financeiramente dos maridos”, observa.

O encontro reuniu mais de 25 empresárias que puderam conhecer mais sobre o setor imobiliário de Uberlândia e suas possibilidades de investimentos. Além da presidente do conselho, a diretora do Aciub Mulher, Teresa Maria Siqueira, explicou como o mercado de compra e vendas de imóveis tem se comportado nos últimos anos e as expectativas do setor para 2019, reforçando também as vantagens de se investir em imóveis. Para Tomaídes, a troca de informações e a união de mulheres empreendedoras é uma maneira de fortalecer o empoderamento feminino. “O conhecimento é uma forma de empoderamento. Encontros como este, de troca de experiências e conhecimentos, só fazem nossa rede de mulheres empreendedoras se fortalecer. A educação financeira e o conhecimento em como investir são essenciais para a mulher que quer alcançar sua independência. Esta é uma questão que afeta toda a vida da mulher e permite ser dona do seu nariz, sejam as da vida afetiva ou financeira”, conclui.

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