O PODER DA DIVERSIDADE 

Karolina Cordeiro | Palestrante Motivacional

DIVERSIDADE É ULTRAPASSAR AS FRONTEIRAS E PADRÕES

Quando nos abrimos a enxergar além do óbvio, ultrapassamos um portal que nos leva ao conhecimento das possibilidades. A diferença não pode, por si só, determinar a capacidade produtiva ou criativa de uma pessoa. Sendo o conceito de Deficiência muito relativo, a evolução de se pensar a inovação, compõe solo fértil para que se abram novas ideias sem preconceitos. E existe muita gente motivada a caminhar juntas para transformar olhares. Como uma plataforma existente, que une tecnologias e competências humanas para o bem comum. É o Social Good Brasil (SGB). Uma organização que existe para potencializar as capacidades humanas, para que mais pessoas e organizações ajam para ajudar resolver problemas da sociedade, contribuindo para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Pensar o poder da Diversidade é, por exemplo, chamar um adolescente que, por ter uma síndrome rara, não fala e não se movimenta, a fazer parte da mesa de debates. E receber perguntas. E todos pararem para observar sua forma de resposta, a sua comunicação. É isso. Ali não estava o Pedro. Mas estavam todos os adolescentes que possuem uma doença rara, respondendo e ensinando sua forma diferente e única de se fazer entender. Diversidade é ultrapassar as fronteiras e padrões.

As diferenças nos fazem sair da bolha do improvável e nos convida a um mergulho chamado visão de mundo. E lá na base, na formação das crianças, através da literatura, que vamos formar pessoas para crescer sabendo o poder da diversidade, e isso vai ser natural. E não é falar sobre o Pedro, é ele contar e fazer sua própria história, com isso transformando o olhar sobre a história das minorias. Diversidade no mercado de trabalho começa quando damos valor, o lugar de fala, a um garoto de 12 anos com deficiência grave. E por isso não menos capacitado para mostrar o seu potencial.

 

Sou Karolina Cordeiro, uma mãe que transforma a experiência de ter um filho com deficiência em aprendizado e oportunidade de criar relações significativas e importantes para um mundo melhor. O Pedro, meu filho, tem 12 anos, está no 6º ano do Ensino Fundamental numa escola pública municipal.

 

 

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