Marketing humanizado

MUNDO CULT

Paulo Roberto Orlandini
Fotos Divulgação

No marketing é preciso falar para pessoas, não para as máquinas.

É questionável a eficácia do marketing que enche as caixas dos correios eletrônicos com e-mails que geralmente não são abertos pelos destinatários ou banners em sites poluídos ou polêmicos, é preciso desenvolver um relacionamento significativo no nível certo com os clientes como pessoas, não como máquinas. Falando sobre marketing, duas estratégias são imprescindíveis nos dias atuais; criatividade e design, afinal, às vezes você precisa estar girando pratos e usando uma peruca de palhaço para chamar atenção, conquistar e fidelizar clientes. Para isto substitua a velha mentalidade de tratar os clientes como números e a nova de tratá-los como cookies e cliques por rostos, sorrisos e emoções, valorize a relevância humana e a emoção para gerar envolvimentos com suas marcas, produtos e serviços. E, como a questão é a pessoa, interação e emoções como regra de marketing são fundamentais, utilize a criatividade para cumpri-las e, o design, como papel fundamental para transmitir qualidades, imediatismo ou distinção, sensações que podem atrair clientes com um piscar de olhos. Também é fundamental que não deixe suas marcas, produtos e serviços se tornarem excessivamente dependentes dos canais digitais como estratégias de marketing, assim o fazendo, ficará fora de sintonia com os consumidores que ainda percebem os meios offline como de melhor qualidade, mais confiáveis, menos intrusivos e não direcionados, além do mais, a saturação, a repetição e o excesso de segmentação em alguns ambientes virtuais podem tornar isso contraproducente e arriscado, procure desenvolver uma compreensão que transmita valores como mensagem, descubra o impacto que diferentes canais de mídia e opções de plataforma podem ter sobre os objetivos de suas marcas, produtos e serviços e, finalmente, entregue-se à inovação regular em variados formatos de publicidade para satisfazer as necessidades do marketing, e, assim, manter os consumidores entretidos e prestando atenção em sua marca.

Paulo Roberto Orlandini é CEO da Revista Cult, advogado,
especialista em propriedade intelectual e expansão de negócios.

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